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Em menos de uma semana, cinco grandes empresas editoriais dos EUA entraram com processos judiciais contra o Google no país, alegando que foram diretamente prejudicadas pela Big Tech por práticas anticompetitivas no mercado de anúncios online.

Os processos – anunciados por The Atlantic, Condé Nast, Vox Media, Penske e McClatchy – acontecem na esteira de um outro processo, iniciado pelo governo norte-americano e encerrado em 2025, no qual o Google foi considerado um monopólio no segmento de anúncios digitais, que teria prejudicado seus clientes editoriais.

O processo do Departamento de Justiça serviu como gatilho para as publicações entrassem com processos de reparação, e abrindo o caminho para que outras empresas abram processos.

PROBLEMAS MONOPOLISTAS. Segundo as reclamações dos processos – e da indústria há anos – o Google controla o mercado de servidores de anúncios para editores e as ferramentas que gerenciam inventário publicitário em sites, impedindo assim que concorrentes do mercado de publicidade digital consigam captar clientes e prosperar.

Foram também apresentadas queixas sobre queda nos preços de anúncios e falta de poder de barganha.

POSIÇÃO DO GOOGLE. "Essas alegações são infundadas. Anunciantes e publicadores têm muitas opções e quando escolhem as ferramentas de tecnologia de anúncios do Google é porque elas são eficazes, acessíveis e fáceis de usar", disse a empresa.

Via Press Gazette, Forbes e The Verge [1] [2]

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