De olho no pleito municipal, evangélicos brasileiros apostam nas redes sociais para pôr pautas conservadoras em evidência e pesar a balança eleitoral para a direita [Pedro Nakamura]
Pesquisadores e jornalistas estão criticando a nova ferramenta substituta do CrowdTangle. A ferramenta da Meta, essencial para investigações de dados no Facebook e Instagram, vai ser encerrada em ago.2024. [Sofia Schurig]
A Microsoft vazou do conselho da OpenAI. Em carta, o vice-conselheiro geral da Microsoft, Keith Dolliver disse que está confiante “na direção da empresa”. A Apple também decidiu não participar mais. Pouco tempo atrás, as empresas lançaram uma parceria para introduzir a tecnologia do ChatGPT na assistente de voz Siri. [Sofia Schurig]
Não é fácil substituir o X (ex-Twitter) por outras plataformas. Uma das alternativas, o Koo, anunciou o encerramento das suas atividades no Brasil na última semana. Sobraram Bluesky, Threads, Mastodon. O status dessas redes você confere nesta publicação de Mateus Camillo para a editoria Hashtag da Folha de S.Paulo. [Milena Giacomini]
Os esforços do Ghost de adentrar na federação de conteúdo está dando frutos: a empresa, que tem um CMS bom (que o Núcleo usa), lançou sua primeira newsletter no fediverso. [Sérgio Spagnuolo]
Repórter do Núcleo. Já escreveu para Estadão, Intercept Brasil, Matinal, Veja Saúde e Zero Hora. Interessado em jornalismo investigativo com foco em ciência, saúde, meio ambiente e tecnologia.
Empresa de esteroides clandestinos usa Instagram, TikTok e YouTube para promover hormônios ilegais a fisiculturistas amadores; operação de marketing digital da marca pode ser a maior do segmento no país
Contas da própria rede registradas na Zâmbia remuneram valores entre R$ 0,15 e R$ 0,24 a cada mil visualizações em vídeos de editores recrutados por agências; conteúdos devem reeditar materiais como filmes, transmissões esportivas e posts de influenciadores de outras redes
Agência de marketing digital HypeX organiza concursos no Discord e oferece recompensas incertas para cortadores de vídeos que tiverem maior volume de visualizações ou quantidade de posts sobre influencers como Pablo Marçal, Paulo Vieira e Renato Cariani. Maioria dos "competidores" sai sem nada
Núcleo teve acesso a documentos de agências contratadas pelo Kwai que mostram incentivos à cópia de conteúdos infantis publicados em outras redes sociais, como Instagram, TikTok e YouTube, sem que o direito à imagem dessas crianças seja respeitado